quinta-feira, 5 de junho de 2014

Pare! pense


Para nesse momento e pensa!

você na maior parte do dia reclama de algo que deseja e necessariamente você não precisa, mas quer certo?
você já parou pra pensar que neste exato momento alguém está com fome, frio, perdido, em coma, no hospital?
não né porque você só pensa em si mesmo. 
Pare de ficar reclamando da vida. Enquanto você esta ai reclamando da vida, alguém esta agradecendo mesmo não tendo o que comer ou um teto pra morar, mas mesmo assim ela agradece por esta viva e por poder respirar.
Seja feliz com o que tenha e de valor a tudo pois tem pessoas que não tem nem o pouco que você despreza. Aprenda a ser uma pessoa melhor. Para isso você não precisa se espelhar em ninguém, mas sim se auto reconheça e mostre pra você mesmo que você pode ser alguém melhor que não reclama de tudo!

Édipo, um mito para refletir



Laio, Rei de Tebas e marido de Jocasta, vivia amargurado por não ter filhos, pelo que, decidiu consultar o Oráculo, tendo-lhe, este, advertido que filho que gerasse havia de o assassinar. Apesar das advertências, Jocasta engravida e Laio, quando o bebé nasceu, ordenou a um servo que o pendurasse pelos pés numa árvore, para que este morresse. Daí o nome Édipo (que significa pés inchados).
O servo de Laio, desrespeitando as ordens, acabou por colocar a criança num cesto e jogou-a ao rio, acabando este, por ser resgatado por um rei duma terra distante, que o elegeu como seu filho. Este, já homem, também consultou o Oráculo, o qual o aconselhou a evitar a sua pátria, pois iria ser o assassino de seu pai e marido de sua mãe. Desconhecendo as suas origens e pensando-se filho de Pôlibo e Merópe, reis de Corinto, Édipo decidiu partir rumo a Tebas. Durante o seu percurso, e no meio de uma encruzilhada, deparou-se com um velho com o qual manteve uma acérrima discussão acabando por matá-lo.
Chegado a Tebas decifrou o enigma da Esfinge (monstro com cabeça de mulher e corpo de leão), que impossibilitava a entrada na cidade, e como nunca ninguém o havia decifrado, a Esfinge jogou-se ao mar, tendo Édipo libertado a cidade da sua maldição. Creonte, irmão de Jocasta, havia prometido a mão desta a quem libertasse a cidade da Esfinge, ganhando assim, Édipo, o direito a casar com Jocasta, agora viúva.
Casaram, Édipo foi proclamado Rei e tiveram dois filhos e duas filhas, reinando sem grandes dificuldades, até ao dia em que se instala a peste na cidade e Édipo decide consultar o Oráculo, que lhe refere que a peste cessaria quando fosse expulso o assassino de Laio. Édipo dispôs-se a encontrá-lo, mas quando se apercebeu que ele próprio fora o assassino de Laio, seu pai, e o esposo de sua mãe, e vendo que apesar de fugir contra a profecia esta acabou por se realizar, arrancou os olhos e deixou a sua pátria.

Agora podemos refletir sobre o que a história nos diz. Tentaram impedir que algo acontecesse mas não foi possível, porque? Porque é algo destinado, se algo tiver de acontecer, independente do que aconteça, ou faça para impedir, se for pra acontecer acontecera.